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Terça-feira, 14 de Setembro de 2004
Era uma casa muito engraçada
Três paredes. Não tinha nada.

Tudo seria mais fácil se pudesse habitar os espaços vagos entre um canto e outro, entre partir e chegar, entre ser eu e algo de vagamente semelhante a isso; habitar entre as pregas do pano que abre o palco, e dizer (sem microfone, a voz vibrando, real, na madeira dos camarotes): 'Mas que bem se está no campo!'

A cilada é esta: ser nómada do próprio corpo, nómada do estado de não habitar onde caibam o corpo e as suas palavras. Dou-vos a minha perna esquerda, mas em breve irei pedir que ma devolvam.

Mãos que aconcheguem os lençóis, a chama inteira no momento de se apagar, um voo de ave que começa antes e termina depois do horizonte que se avista da janela. Pode ser que haja música lá fora.
ou
Pássaros voando debaixo dos lençóis em chamas. E no entanto os pés estão frios. A porta ficou aberta.
Quem levou as minhas mãos que a feche.

É um piano.
publicado por AG às 02:52
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