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Quarta-feira, 30 de Junho de 2004
su confusión inenarrable y su dolor
Porque não há melhor atributo para certas dores que inenarrável. As dores que nos sequestram para construir a sua própria história, as dores que segregam o desespero (esse que ataca sempre à traição, quando não temos onde refugiar-nos).

Sarah Kirsch disse uma vez que um poema pode salvar-nos a vida.
publicado por galinhola às 16:28
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Caminhadas na serra da Freita
A Câmara Municipal de Arouca está a promover a 10 e 11 de Julho uma jornada dupla de passeios pedestres por uma serra pouco conhecida, mas belíssima - a serra da Freita. Um deles, o Caminho do Carteiro (só o nome já é bom), inclui a ida a Cabreiros, uma aldeia que parece ter caído do alto da serra para as profundezas do abismo.
O nome diz tudo: a aldeia tem mais cabras do que pessoas. Lembro-me de ter terminado lá uma caminhada, com um jantar encomendado a uma associação local, que teve lugar na antiga escola primária. O vinho, além de muito bom, tinha propriedades mágicas: não causava efeitos secundários. Mas o melhor eram as cabras. Cabras nas ruas de chão de terra, cabras nas ruas de empedrado, cabras a chegar à aldeia, cabras a sair da aldeia, cabras a espreitar às esquinas, cabras às portas, cabras por todo o lado (uma delas foi o nosso jantar, helas...). Inesquecível a imagem de uma casa com quatro degraus de acesso que corriam ao longo da parede, e em cada degrau uma cabra, a mirar-nos, as quatro cabeças a rodar devagar a cada passo que dávamos, fixamente.
Gosto de cabras.
publicado por galinhola às 15:47
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Inquérito post mortem
Decidi fazer uma autópsia à minha caneta. As minhas gatas ajudaram-me. Fiz um corte longitudinal ao longo do tubo. A minha pobre caneta.
A faca abriu caminho por uma parede exterior de tinta ressequida, negra, que me ficou em pequenos grãos nos dedos. Mas lá dentro, para além dessa camada negra, era tudo azul, da cor dos jacarandás. As minhas gatas olharam para mim e abanaram as cabeças, no movimento inverso ao da cauda.
- Nós sempre achámos - disseram - que tu devias era fazer bonecos.
publicado por galinhola às 11:05
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Terça-feira, 29 de Junho de 2004
Os objectos suicidas: a caneta
A minha caneta suicidou-se esta noite. Encontrei-a de manhã, caída, a tampa ao lado, como num gesto simbólico. Não havia uma gota de tinta no chão. O que quer que a consumia, o que quer que poderia ter-me dito, ficou fechado lá dentro, milhares de palavras que nunca verão a luz do dia. Seria da forma como eu entrelaçava os dedos ao pegar-lhe? Nem sequer me escreveu uma carta de despedida.
publicado por galinhola às 15:37
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Segunda-feira, 28 de Junho de 2004
Da música como óleo de fígado de bacalhau, mas sem abrir o apetite
Hoje, num cais do Metro, ouvia-se The Final Countdown, dos Europe (lembram-se? Mesmo a chegar à Sandra, e logo a seguir aos Heart).

O que me lembra, aliás, a saudosa Europe TV, a passar anúncios da Chocmousse para toda a então CEE, e o Countdown, o programa de êxitos musicais do Adam Curry (que, gulp!, na altura eu achava lindo...).
publicado por galinhola às 20:54
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Kleist em Lisboa
A Cornucópia traz-nos A Família Schroffenstein - começou a 24 de Junho e termina a 1 de Agosto. Alguma informação aqui.
publicado por galinhola às 20:49
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jacarandás
jacarandas.gif
publicado por galinhola às 00:02
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Aviso à navegação
Os melhores jacarandás de Lisboa estão na Avenida D. Carlos. Subindo a rua, quase a chegar à Assembleia da República, do lado esquerdo, há um prédio revestido de azulejos de um azul anilado que, com uma certa luz, a uma certa hora, é exactamente da cor das flores.
(Não que a fotografia prove o que digo, mas garanto que é verdade!)
publicado por galinhola às 00:00
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Domingo, 27 de Junho de 2004
Dimo Kolibarov





Mais imagens e informaçao sobre o autor aqui
publicado por galinhola às 23:50
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Agora não se mexa
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais.


Chico Buarque, Pedaço de Mim
(há 60 anos a acertar em cheio)
publicado por galinhola às 11:52
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