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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2004
1 filme - um: Playtime
O filme de Tati que está em exibição no Nimas lembrou-me vagamente aquelas imagens de ruínas de grandes civilizações antigas invadidas pela selva tropical. O filme começa com a geometria quadrangular e asséptica de um edifício moderno que pode ser várias coisas - um hospital, uma repartição, e é afinal um aeroporto - pontuado por um fundo sonoro de pequenos cliques e claques, sons metálicos, passos sobre o chão duro. Há um homem que surge, de vassoura na mão, e olha repetida e atentamente para um lado e para o outro, procurando o grão de poeira transgressor.
O que se passa depois é a invasão, subtil e progressiva, dessa geometria pelo caos e pela natureza humana. Os movimentos, os espaços, os cenários, vão-se enchendo de gestos, de vozes, de outros sons fora da geometria inicial, vão sendo ocupados e destruídos a um ritmo que se aproxima cada vez mais da imagem de uma dança tribal, com o auge na hilariante sequência do restaurante e o final no carrossel, no movimento circular e contínuo accionado pelo homem que coloca a moeda no parquímetro, e lá vai mais uma voltinha.
Por favor, não percam este filme...
publicado por galinhola às 11:02
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2 comentários:
De Anónimo a 21 de Janeiro de 2004 às 01:14
...vejam também os outros de Tati: o extraordinário Mon Oncle, As Férias do Sr. Hulot, Traffic, por exemplo. Tudo obras primas!7
</a>
(mailto:neves@uncovering.org)
De Anónimo a 18 de Janeiro de 2004 às 00:47
quando é que vem para o porto? para eu o rever.cândida
</a>
(mailto:mcasa86@hotmail.com)

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